Fisioterapia Aquática: os benefícios da intervenção em meio aquático

O International Organisation of Aquatic Physiotherapists (IOAPT), o specialty group da World Physiotherapy que a Ordem dos Fisioterapeutas integra, elegeu esta sexta-feira, 22 de março, como um dia dedicado à Fisioterapia Aquática, propondo aos membros que o assinalassem,  como forma de consciencializar e informar a população sobre esta área específica de intervenção da Fisioterapia.

Enquanto membro do IOAPT, a Ordem dos Fisioterapeutas é representada pelo Grupo de Trabalho (GT) temático sobre Fisioterapia Aquática e associa-se a esta data, destacando o papel da Fisioterapia Aquática.

A Fisioterapia Aquática incorpora todo um processo de:

  • raciocínio clínico próprio, baseado numa avaliação individual, sustentada na utilização de instrumentos de medida específicos ao meio aquático, de preferência adaptados e validados à população portuguesa;
  • diagnóstico em Fisioterapia;
  • formulação de objetivos e de programas de intervenção;
  • aplicação de métodos, técnicas e estratégias específicas ao meio aquático;
  • prática guiada pela evidência.

A Fisioterapia Aquática pode ser realizada como forma única de tratamento ou como complemento de outro tipo de tratamento/intervenção, e habitualmente tem em consideração três vertentes: a terapêutica, a preventiva/educativa e a lúdico-recreativa. 

O Fisioterapeuta é um profissional de saúde com capacidades especializadas e diferenciadas, que utiliza os efeitos das propriedades físico-químicas e térmicas da água, combinadas com o conhecimento aprofundado do movimento humano e dos efeitos fisiológicos neste meio, intervindo em condições que afetam o movimento, a função, a saúde e o bem-estar.

Neste âmbito, o Fisioterapeuta pode desenvolver a sua atividade em piscinas, quer comunitárias, quer terapêuticas/hospitalares ou termais, de forma individual ou em grupo, num perfil de prática pública ou privada, demonstrando que a utilização do meio aquático pode ser diferenciadora na qualidade do tratamento/intervenção e facilitadora de uma melhor qualidade de vida e de melhores resultados funcionais em diversas condições clínicas.

Ordem dos Fisioterapeutas e Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil assinam Protocolo de Cooperação

A Ordem dos Fisioterapeutas, representada pelo Bastonário António Lopes, e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, representada pelo Presidente Brigadeiro-General José Duarte da Costa, assinaram esta sexta-feira um Protocolo de Cooperação, tendo em vista o estabelecimento de formas de cooperação mútua que visam a promoção da saúde ocupacional dos bombeiros portugueses, bem como da população em geral, em caso de acidente grave ou catástrofe.

Com este Protocolo, as duas Entidades acordam promover a sinergia de recursos com perspetiva interdisciplinar, contribuindo para o esclarecimento e sensibilização, disponibilização de informações técnicas e de medidas de prevenção de lesões ocupacionais dos agentes de Proteção Civil quer durante a sua preparação ou durante a sua atividade no terreno.

A assinatura do Protocolo decorreu nas instalações da Ordem dos Fisioterapeutas, em Lisboa, seguindo-se uma reunião do Grupo de Trabalho temático sobre Fisioterapia em Contexto de Emergência, Catástrofes e Ação Humanitária, coordenado pela Fisioterapeuta Maria da Lapa Capacete Rosado e a Diretora Nacional de Bombeiros da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Susana Silva.

Dia Mundial da Incontinência Urinária

Assinala-se esta quinta-feira, 14 de março, o Dia Mundial da Incontinência Urinária, como forma de consciencializar e informar a população sobre esta patologia, identificada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um problema de saúde pública.

Incontinência urinária: a Fisioterapia pode ser a chave para a solução do problema  

A Ordem dos Fisioterapeutas associa-se a esta data, destacando o papel da Fisioterapia como solução para este problema de saúde e partilhando algumas ideias-chave:

  • A PERDA DE URINA não é normal, nem que seja uma GOTA.
  • A incontinência urinária afeta HOMENS e MULHERES em qualquer idade.
  • A incontinência urinária é mais frequente nas mulheres do que nos homens,
  • A INCONTINÊNCIA URINÁRIA tem tratamento.
  • O tratamento da incontinência urinária não é apenas exercícios de KEGEL.      
  • A FISIOTERAPIA é, na maioria das vezes, a 1ª opção de TRATAMENTO.
  • A FISIOTERAPIA pode ser a chave para a SOLUÇÃO do seu problema.  
  • NÃO DEIXE A GOTA afetar a (sua) qualidade de vida.
  • Livre de perdas.
  • A (sua) VIDA não deve parar.

Teste os seus conhecimentos sobre a Incontinência Urinária neste questionário (Quiz).

Comité-Executivo da Região Europa da World Physiotherapy em Portugal

Lisboa acolhe a reunião presencial do Comité-Executivo da Região Europeia da World Physiotherapy (ER-WCPT), que tem hoje e amanhã. Em Portugal, onde há 25 anos foi fundada a Região Europa da World Physiotherapy, o seu Comité-Executivo foi recebido na Ordem dos Fisioterapeutas.

A Presidente do Comité-Executivo, Esther-Mary D’Arcy, o 2º Vice-Presidente, Tim Németh e o Secretário-Geral Aitor Carpio chegaram no dia 7 de março e foram recebidos pelo Bastonário da Ordem dos Fisioterapeutas, António Lopes, pelo 1º Vice-Presidente, Nuno Cordeiro, pela 2º Vice-Presidente, Conceição Bettencourt e pelos Vogais Fátima Domingues e Afonso Neutel.

O programa do encontro, onde estiveram igualmente presentes a Presidente do Conselho Jurisdicional, Isabel Souza Guerra, e a Conselheira Ana Casaca, em representação do Conselho Geral, iniciou-se com a apresentação das principais atividades e projetos da Região Europa da ER-WCPT, numa sessão aberta por videoconferência aos membros do Conselho Geral e dos Grupos de Trabalho temáticos, incluindo os que estão ligados a áreas em que a Ordem já integra os ‘specialty groups’ da World Physiotherapy. 

Aitor Carpio fez uma breve resenha da atividade da Região, em particular dos respetivos grupos de trabalho, e destacou o programa relacionado com a divulgação da importância da Fisioterapia na prevenção e reabilitação das condições oncológicas, objeto de financiamento europeu “EU Commission Beating Cancer Plan”, e o “InAbled Cities: Developing Inclusive urban environments for physical activity for people with disabilities and senior citizens”, que visa promover a atividade física em meio urbano para pessoas portadoras de deficiências e/ou com mais de 65 anos.

Na segunda sessão, que contou com a presença dos restantes membros do Comité-Executivo da ER-WCPT Maria-Louisa Busuttil, Katri Partanen e Carmen Suárez, o Bastonário António Lopes resumiu o trabalho desenvolvido na criação das bases do sistema de regulação do exercício profissional, e destacou os principais projetos em curso na Ordem dos Fisioterapeutas, nomeadamente a criação de propostas para um quadro de especialidades profissionais de Fisioterapia e para um sistema de acreditação e avaliação da formação realizada após formação inicial, bem como o projeto de registo, monitorização e avaliação de resultados em Fisioterapia e os trabalhos de avaliação do valor das intervenções de Fisioterapia, prioritárias no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS), em resultado de uma parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade NOVA de Lisboa (ENSP NOVA).

Referiu também a necessidade de consolidar a autonomia de gestão por parte dos Fisioterapeutas com a criação de Serviços e Unidades de Fisioterapia no SNS, enquadrando as recentes alterações ao Estatuto e a forma como vieram reforçar a autonomia dos Fisioterapeutas em benefício dos cidadãos e o reconhecimento da sua competência nas diversas áreas de avaliação e diagnóstico e terapia, ancorados no Código Deontológico e Regulamento Disciplinar.

Serviços e Unidades de Fisioterapia no Serviço Nacional de Saúde

“É necessário criar serviços e unidades de fisioterapia no SNS”. Em entrevista ao jornal Correio da Manhã, que pode ser lida aqui o Bastonário António Lopes destaca o modelo defendido pela Ordem dos Fisioterapeutas, “com […] organização e funcionamento semelhante ao que já está a ser implementado para outras profissões de saúde”, e que “contribuirá para a qualificação da resposta do SNS, com impacto direto na saúde do utente, e sobretudo na maior acessibilidade aos cuidados prestados”.

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Ordem dos Fisioterapeutas promove ciclo de webinars sobre a Segurança do Doente e a Fisioterapia

A Ordem dos Fisioterapeutas organiza um ciclo de webinars com o objetivo de sensibilizar e envolver os fisioterapeutas, enquanto profissionais de saúde, para a temática da Segurança do Doente.

O primeiro webinar – “A Segurança do Doente e a Fisioterapia” – decorre no dia 6 de março entre as 18h30 e as 20h00, criando um espaço de reflexão e partilha de experiências. O  Grupo de Trabalho para a Segurança do Doente abordará o Plano de Ação Mundial para a Segurança do Doente 2021- 2030, as estratégias da Direção-Geral de Saúde (DGS) alinhadas com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a contextualização da Segurança do Doente com a Fisioterapia, no plano da saúde pública.

Sabe o que é a Segurança do Doente nos cuidados de saúde?

Sabe o que pode fazer enquanto Fisioterapeuta?

Os membros da Ordem podem inscrever-se diretamente na área reservada, selecionando o separador “ações de (IN)formação”.

Contamos a vossa participação!

Programa SPLIT aprovado para integrar Pacto Saúde Sustentável (PaSSuS) 2030

O Programa SPLIT, um modelo inovador de referenciação para tratamento de Fisioterapia para utentes com lombalgia (LG), foi aprovado para integrar a 1ª fase do Pacto Saúde Sustentável (PaSSuS) 2030, que é assinado publicamente esta quarta-feira.

A submissão apresentada pela Ordem dos Fisioterapeutas mereceu aprovação e é assinalada no Centro Ismaili de Lisboa da Fundação Aga Khan, num evento de lançamento que marca o início do processo de implementação do Plano Nacional de Saúde (PNS) 2030, e que conta com a representação da 2ª Vice-Presidente da Direção, Conceição Bettencourt, e do Coordenador do Gabinete de Estudos e Planeamento da Ordem dos Fisioterapeutas e investigador responsável do Programa SPLIT, Eduardo Cruz.

A Ordem dos Fisioterapeutas já integra a Comissão de Acompanhamento do PNS desde abril de 2022 e torna-se igualmente uma das entidades do PaSSuS 2030, que participarão num processo de monitorização e avaliação, sob coordenação técnica da Direção-Geral da Saúde/PNS, das ações que se comprometem a implementar.

Programa SPLIT: uma oportunidade para inovar nos cuidados de saúde primários

Com o objetivo de melhorar a qualidade, resultados clínicos e custo-utilidade dos cuidados prestados às pessoas com lombalgia (LG) que recorrem aos cuidados de saúde primários, foi desenvolvido e implementado, ao nível do Agrupamento de Centros de Saúde da Arrábida – ARSLVT, o programa SPLIT.

Trata-se de um programa de cuidados estratificados que sugere, após a primeira consulta com o Médico de Medicina Geral e Familiar, a referenciação precoce dos utentes com LG para o Fisioterapeuta, que aplica o programa de intervenção e monitoriza o utente de acordo com o seu risco para o desenvolvimento de LG persistente e incapacitante.

Em termos de resultados, numa amostra de cerca de 500 utentes recrutados, este programa permitiu reduzir em cerca de 80% a probabilidade de os utentes apresentarem LG persistente e incapacitante, 6 meses após a consulta inicial, e comparativamente à prática usual descrita previamente.

Também ao nível da prescrição de meios complementares de diagnóstico e medicação, este programa permitiu reduzir em cerca de 30% cada um dos indicadores.

A lombalgia (LG) é uma condição de saúde comum e cuja gestão representa um desafio para o sistema de saúde português. Por provocar uma elevada e persistente incapacidade crónica, sobretudo nas pessoas que estão em idade laboral ativa, a LG está frequentemente associada a perdas de produtividade, absentismo laboral, reformas antecipadas e consumo de recursos de saúde. Para além de ser a principal causa de incapacidade, é também um dos principais motivos de consulta nos cuidados de saúde primários (CSP). De forma preocupante, estima-se que a prevalência e o impacto da LG continuem a crescer nos próximos anos.

O Programa SPLIT passa agora a integrar a 1ª fase do Pacto Saúde Sustentável 2030 e o início do processo de implementação do Plano Nacional de Saúde 2030, um processo colaborativo que orienta e influencia as políticas públicas, propondo-se que seja aplicado a outras unidades de saúde que já tenham Fisioterapeutas integrados.

A Ordem dos Fisioterapeutas congratula-se com a possibilidade e responsabilidade de participar na construção do PNS 2030, considerando a “Saúde Sustentável: de Tod@s para Tod@s” determinante para a valorização da Fisioterapia e dos Fisioterapeutas, enquanto atores de saúde.

Fisioterapeutas e ULS: o caminho necessário

O Bastonário António Lopes assina um artigo de opinião no jornal Público. Em «Fisioterapeutas e ULS: o caminho necessário», identifica os “[…] novos desafios à autonomia desta atividade: autonomia clínica, profissional e de gestão”, tanto ao nível do SNS como das unidades privadas. Sublinha o empenho da Ordem em “ver reconhecido o princípio da necessidade de criação de Serviços e Unidades de Fisioterapia no Serviço Nacional de Saúde”  e uma “adequada formulação das unidades privadas de saúde”. Leia o artigo aqui, também disponível na edição digital do jornal.

Ordem apoia projeto de desenvolvimento da profissão nos PALOP

Esta semana, foi marcada pelo arranque de uma iniciativa da World Physiotherapy (WP), em colaboração com a Ordem dos Fisioterapeutas, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento da profissão de fisioterapeuta nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP): Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

O responsável pelo desenvolvimento e gestão de projetos da WP, Sidy Dieye, foi recebido em Portugal pelo Bastonário da Ordem dos Fisioterapeutas, António Lopes e pelos Fisioterapeutas Marco Clemente e Cláudia Costa, para liderar um conjunto de reuniões bilaterais com representantes da organização internacional nos referidos países.

As reuniões, que decorreram nos dias 5 e 6 de fevereiro, pretenderam estabelecer um diálogo abrangente e de identificação das necessidades específicas em áreas como a educação, capacitação, advocacia, liderança de associações profissionais e regulamentação dentro da comunidade de fisioterapia nos PALOP.

Para a Ordem dos Fisioterapeutas, esta colaboração é de vital importância porque permitirá desencadear oportunidades para o incremento do valor social da profissão em diferentes contextos de saúde, e atendendo às especificidades de cada país.

Pedro Maciel Barbosa

Fisioterapeuta-especialista na Unidade Local de Saúde de Matosinhos Sub-coordenador para os Cuidados de Saúde Primário, Unidade Local de Saúde de Matosinhos Professor Adjunto-Convidado na Escola Superior de Saúde do Porto Membro do Conselho de Administração da Fundação para a Saúde – SNS Membro do Conselho Geral da Ordem dos Fisioterapeutas

Carlos Areia

Carlos Areia é fisioterapeuta desde 2013, e trabalhou em vários hospitais, clínicas e clubes tanto em Portugal como no Reino Unido. Iniciou a sua carreira académica na Universidade de Oxford em 2016, onde liderou um ensaio clínico a comparar Fisioterapia VS cirurgia em lesões do cruzado anterior em 32 hospitais de Inglaterra. Em 2018 mudou-se para o departamento de neurociências, onde desenvolveu os seus próprios estudos em monitorização remota de sinais vitais, que foram implementados durante a pandemia. Aqui descobriu a sua paixão pelos dados, e em 2022, juntou-se à Digital Science como Data Scientist. Concluiu o seu PhD no início deste ano, e junta mais de 60 publicações em revistas como a The Lancet, BMJ, Cochrane, entre outras. É também palestrante honorário na Oxford Brookes University e consultor em investigação clínica.

Eduardo José Brazete Carvalho Cruz

Doutorado em Fisioterapia, pela Universidade de Brighton, UK. Pós-Doutoramento na especialidade de Epidemiologia pela Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa.
Coordenador do Gabinete de Estudos e Planeamento da Ordem dos Fisioterapeutas. Professor Coordenador do Departamento de Fisioterapia da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Setúbal (ESS-IPS). Presidente do Conselho Técnico-Científico da ESS-IPS. Coordenador do Departamento de Fisioterapia da ESS-IPS. Investigador Integrado do Comprehensive Health Research Centre (CHRC) (parceria FCM-UNL, Escola Nacional de Saúde Publica, Universidade de Évora, Lisbon Institute of Global Mental Health e Hospital do Santo Espírito, Ilha Terceira, Açores).

Sara Souto Miranda

Sara Souto Miranda é licenciada e mestre em fisioterapia pela Universidade de Aveiro, e detentora de pós-graduação em fisioterapia respiratória do adulto certificada pela mesma instituição. Completou em 2023 o seu doutoramento duplo em Ciências da Reabilitação/Saúde, Medicina e Ciências da Vida pelas Universidades de Aveiro e Maastricht (Países Baixos) e encontra-se atualmente a exercer funções como assessora técnico-científica do Gabinete de Estudos e Planeamento (GEP) da Ordem dos Fisioterapeutas, e como professora convidada do Instituto Piaget de Vila Nova de Gaia. Enquanto membro do Laboratório de Investigação e Reabilitação Respiratória da Universidade de Aveiro (Lab3R), exerceu atividade de investigação aplicada onde avaliou e tratou doentes com patologia respiratória, tendo participado em 6 projetos de investigação. Ao longo do seu percurso publicou 19 artigos científicos em revistas internacionais revistas pelos pares com fator de impacto, 1 capítulo de livro, e mais de 50 resumos em atas de conferências. Foi voluntária de investigação no centro de reabilitação Ciro (Center for expertise in chronic organ failure) nos Países Baixos, e é atualmente membro da Guideline Methodology Network da European Respiratory Society. Foi distinguida pela European Lung Foundation e European Respiratory Society por desenvolver investigação centrada no doente, pela Direção Geral de Ensino Superior com uma bolsa de mérito relativa ao seu mestrado, e pelo centro Ciro com uma bolsa destinada ao apoio à investigação no estrangeiro.

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