Mover-se no trabalho: o contributo da Fisioterapia para a saúde dos trabalhadores

Outubro é o Mês da Ergonomia, a área interdisciplinar dedicada à adaptação do trabalho às pessoas. A data é também uma oportunidade para recordar que vários dos seus princípios, como a variabilidade de tarefas e posturas, as pausas ou a adequação do posto e da organização do trabalho, estão presentes na intervenção do fisioterapeuta em Saúde Ocupacional, em particular na prevenção e gestão das lesões musculoesqueléticas relacionadas com o trabalho.

As lesões musculoesqueléticas relacionadas com o trabalho resultam da combinação de vários fatores. Podem estar associadas a exigências físicas e biomecânicas, como movimentos repetitivos, aplicação de força, movimentação de cargas ou permanência prolongada na mesma posição, bem como a fatores organizacionais, psicossociais e individuais.

Por isso, a prevenção não passa por procurar uma única “postura correta” para manter ao longo do dia. Garantir maior variabilidade de movimento e posição, promover pausas ativas e ajustar o posto e a organização do trabalho às necessidades da pessoa são estratégias importantes para promover saúde e bem-estar no contexto laboral.

 

 

O contributo da Fisioterapia

A Fisioterapia pode dar um contributo específico neste contexto. A Direção-Geral da Saúde reconhece que os fisioterapeutas podem integrar as equipas dos serviços de saúde e segurança do trabalho / saúde ocupacional, de acordo com os riscos profissionais identificados e as prioridades de cada serviço.

Na área da saúde ocupacional, os fisioterapeutas podem contribuir para avaliar a capacidade funcional do trabalhador e as exigências físicas do trabalho, identificar fatores relacionados com problemas musculoesqueléticos e promover estratégias de movimento, exercício, educação e adaptação ajustadas às necessidades de cada pessoa e de cada contexto profissional.

 

Mover-se durante o trabalho

A campanha “Move at Work”, da Região Europeia da World Physiotherapy, reforça uma ideia simples: o corpo precisa de movimento ao longo do dia de trabalho. Reduzir períodos prolongados sentado, alternar posições, integrar pausas de movimento e criar hábitos mais ativos podem fazer parte de uma abordagem mais saudável ao trabalho.

A Ordem dos Fisioterapeutas destaca o contributo da Fisioterapia para ambientes de trabalho mais ativos, saudáveis e ajustados às necessidades das pessoas, em articulação com os restantes profissionais das equipas de saúde ocupacional.

 

 

Ordem dos Fisioterapeutas e APUFISIO reforçam articulação para a valorização das Unidades de Fisioterapia

A Direção da Ordem dos Fisioterapeutas reuniu, no dia 22 de outubro, com a Direção da Associação Portuguesa de Unidades de Fisioterapia (APUFISIO), com o objetivo de identificar áreas de colaboração para a valorização das Unidades de Fisioterapia e a promoção da qualidade e segurança dos cuidados prestados.


O encontro permitiu partilhar objetivos e prioridades, com destaque para a importância de conhecer as dificuldades sentidas no terreno e desenvolver iniciativas conjuntas que contribuam para a valorização das unidades de Fisioterapia.


Entre os temas abordados estiveram o enquadramento regulamentar das Unidades de Fisioterapia, nomeadamente as questões relacionadas com a implementação da Portaria n.88/2024/1, de 11 de marco e respetivas atualizações, e a importância de desenvolver sistemas de registo e normalização da informação em Fisioterapia.


A reunião constituiu um primeiro passo no reforço da articulação entre as duas organizações, assente na partilha de conhecimento e na identificação de respostas a desafios comuns.

 

Dia Nacional da Paralisia Cerebral: promover funcionalidade, participação e qualidade de vida

Assinala-se a 20 de outubro o Dia Nacional da Paralisia Cerebral, instituído em 2014 pela Resolução n.º 27/2014 da Assembleia da República, com o objetivo de aumentar a consciencialização sobre esta condição e promover a inclusão, a participação e a igualdade de oportunidades das pessoas com paralisia cerebral.

A paralisia cerebral corresponde a um grupo de condições do neurodesenvolvimento de início precoce, caracterizadas por alterações permanentes, mas não estáticas, do movimento e da postura, que podem limitar a atividade e coexistir com alterações sensoriais, cognitivas ou da comunicação. Os dados mais recentes do Programa de Vigilância Nacional da Paralisia Cerebral indicam que, entre as crianças nascidas em Portugal entre 2001 e 2015, o risco de paralisia cerebral aos 5 anos se manteve estável, em cerca de 1,7 por 1000 crianças.

Ao longo das últimas décadas, a intervenção da Fisioterapia na paralisia cerebral tem acompanhado uma importante mudança de paradigma. O objetivo não é procurar “normalizar” o movimento, mas potenciar a capacidade de cada criança para se movimentar e ter uma participação ativa nas diferentes atividades nos diversos contextos da sua vida.

A intervenção é dinâmica, centrada nas prioridades e necessidades das famílias, sendo os objetivos definidos em parceria, para os diferentes contextos naturais da criança de acordo com os seus interesses e rotinas.

O fisioterapeuta pode adaptar atividades, ambientes e níveis de desafio, criando oportunidades para que a criança explore, pratique e desenvolva estratégias que promovam maior autonomia e participação em casa, na escola e na comunidade.

A Fisioterapia tem igualmente um papel relevante na promoção da saúde e da atividade física, contribuindo para prevenir os efeitos da inatividade e para melhorar a força, a resistência, a mobilidade, a capacidade física e o envolvimento da criança nas atividades significativas do quotidiano.

Neste Dia Nacional da Paralisia Cerebral, a Ordem dos Fisioterapeutas reforça a importância de uma intervenção centrada na pessoa, nas suas capacidades e nos seus objetivos.

Porque, na paralisia cerebral, promover movimento significa também criar oportunidades para brincar, aprender, explorar, relacionar-se e participar, contribuindo para uma vida com maior autonomia e qualidade de vida.

 

Dia da Ordem 2026 em destaque na Valor Magazine

A Valor Magazine dedica uma página ao Dia da Ordem dos Fisioterapeutas 2026, realizado a 30 de setembro, data em que a Ordem assinalou o seu 7.º aniversário.

O artigo recupera a reflexão que esteve na base dos cinco eventos promovidos nas Regiões Norte, Centro, Sul, Açores e Madeira, sob o tema “O Cálculo do Valor da Intervenção do Fisioterapeuta”.

Ao longo dos encontros, fisioterapeutas, representantes institucionais e convidados debateram a necessidade de avaliar o contributo da Fisioterapia para além da contabilização de atos, sessões ou procedimentos, valorizando os resultados alcançados junto das pessoas, nomeadamente ao nível da funcionalidade, autonomia, qualidade de vida e participação.

A publicação destaca também as intervenções de Julian Perelman, Eduardo Cruz e Nuno Cordeiro, bem como a intervenção de abertura do Bastonário da Ordem dos Fisioterapeutas, António Lopes, e a dimensão descentralizada do Dia da Ordem, que permitiu levar esta reflexão às cinco Regiões.

 

Dia Mundial da Coluna: cuidar da saúde da coluna ao longo da vida

Assinala-se hoje, 16 de outubro, o Dia Mundial da Coluna, que em 2026 decorre sob o tema internacional “Spine Health for Life”, reforçando a importância de promover a saúde da coluna ao longo de todas as fases da vida.

A saúde da coluna é importante para a mobilidade, a funcionalidade e a participação nas atividades do dia a dia. A dor nas costas pode limitar essas atividades, mas manter-se ativo e procurar orientação adequada quando necessário pode fazer a diferença.

A Fisioterapia tem um papel importante na promoção da saúde da coluna, na avaliação e gestão da dor e na recuperação da funcionalidade. A intervenção pode integrar educação para a saúde, exercício, avaliação do movimento e estratégias individualizadas, ajustadas às necessidades, objetivos e contexto de cada pessoa.

Manter-se ativo, adotar hábitos saudáveis e criar ambientes que favoreçam o movimento contribuem para a saúde da coluna. Mais do que procurar uma única postura “correta”, importa favorecer o movimento, a atividade e a participação no quotidiano.

A educação para a saúde, o exercício e uma intervenção individualizada podem também contribuir para melhorar a funcionalidade, o bem-estar e a qualidade de vida.

Neste Dia Mundial da Coluna, a Ordem dos Fisioterapeutas reforça uma mensagem simples: cuidar da saúde da coluna é promover o movimento e a funcionalidade ao longo da vida.

 

Dia Nacional de Luta Contra a Dor: prevenir e intervir precocemente pode ajudar a reduzir o impacto da dor

Assinala-se hoje, 16 de outubro, o Dia Nacional de Luta Contra a Dor, uma oportunidade para aumentar a literacia sobre a dor e reforçar a importância da prevenção, da intervenção precoce e de respostas ajustadas às necessidades de cada pessoa.

A dor crónica é uma condição multidimensional, influenciada por fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode limitar a funcionalidade, afetar a qualidade de vida e a saúde mental e reduzir a participação nas atividades do dia a dia.

Por isso, prevenir e intervir precocemente pode ajudar a reduzir o impacto da dor. A sua abordagem deve considerar não apenas os sintomas, mas também a forma como estes interferem com o movimento, a autonomia e a participação da pessoa na sua vida quotidiana. Esta formulação acompanha a orientação que a Ordem adotou na revisão dos conteúdos de 2026, evitando estabelecer uma relação excessivamente direta entre prevenção e ausência de dor incapacitante.

A Fisioterapia pode contribuir para avaliar fatores funcionais associados à dor e para uma intervenção ajustada às necessidades de cada pessoa. Movimento e exercício adaptado, educação para o autocuidado, estratégias de gestão da dor e programas de reabilitação podem integrar esta intervenção.

A prevenção e o tratamento são dimensões distintas, mas podem integrar uma resposta mais ampla à dor. Prevenir também é cuidar, promovendo estratégias que favoreçam a funcionalidade, a autonomia e a qualidade de vida.

Neste Dia Nacional de Luta Contra a Dor, a Ordem dos Fisioterapeutas reforça o contributo da Fisioterapia para prevenir e gerir a dor, melhorar a funcionalidade e promover a qualidade de vida.

 

Ordem dos Fisioterapeutas integra compromisso conjunto para a Declaração de Coimbra

A Ordem dos Fisioterapeutas, representada pelo Bastonário António Lopes, participou, no dia 9 de outubro, em Coimbra, no encontro em que as Ordens Profissionais da Saúde assumiram um compromisso conjunto para a Declaração de Coimbra 2026 — Saúde dos Profissionais na Governação dos Sistemas de Saúde.

Este compromisso, que será formalizado com a subscrição da Declaração, visa colocar a saúde e o bem-estar dos profissionais entre as prioridades da governação, da qualidade e da sustentabilidade das organizações e dos sistemas de saúde.

Promovida pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, com o apoio da Unidade Local de Saúde de Coimbra, a iniciativa decorreu no âmbito do Fórum Estratégico «Trabalho e Profissionais no Setor da Saúde | Governação, Bem-Estar e Sustentabilidade», integrado no 7.º Congresso Nacional da Ordem dos Psicólogos Portugueses.

Realizado na véspera do Dia Mundial da Saúde Mental, assinalado a 10 de outubro, o encontro reforçou a importância de criar condições de trabalho que protejam a saúde e o bem-estar dos profissionais, reconhecendo que essa responsabilidade não pode depender apenas da capacidade individual de cada pessoa para responder às exigências do trabalho.

A Declaração reconhece que cuidar da saúde e do bem-estar dos profissionais exige uma responsabilidade partilhada e uma intervenção sobre as condições em que trabalham. Para concretizar esta visão, estabelece cinco compromissos:

  • Integrar a saúde dos profissionais na governação;
  • Conhecer, medir e acompanhar as condições e a qualidade do trabalho;
  • Prevenir através da organização e da transformação do trabalho;
  • Desenvolver lideranças e culturas de trabalho saudáveis;
  • Transformar a evidência em responsabilidade e ação.

Entre as prioridades estão a avaliação regular dos riscos psicossociais, acompanhada de planos de ação e monitorização dos resultados, e a melhoria de fatores como a carga de trabalho, os recursos disponíveis, a autonomia, a liderança, o reconhecimento e a conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar.

O documento apela à ação dos decisores políticos, das organizações de saúde e suas lideranças, das Ordens profissionais, das instituições académicas e científicas e dos próprios profissionais, reconhecendo a saúde de quem cuida como uma condição essencial para a qualidade dos cuidados e a sustentabilidade dos sistemas de saúde.

 

 

Dia Internacional para a Redução do Risco de Catástrofes: a resiliência começa em casa

Assinala-se hoje, a 13 de outubro, o Dia Internacional para a Redução do Risco de Catástrofes, uma data promovida pelas Nações Unidas para reforçar uma cultura global de prevenção, preparação e redução do risco.

Em 2026, a campanha internacional tem como tema “Resilience Starts at Home” — “A resiliência começa em casa” — e coloca a habitação e os agregados familiares no centro da construção de comunidades mais resilientes. A mensagem é clara: todas as pessoas devem poder viver numa casa segura, acessível e capaz de responder aos riscos existentes no território.

A casa é o lugar onde procuramos proteção e segurança, mas pode também tornar-se um dos primeiros espaços afetados quando ocorrem cheias, temperaturas extremas ou outros fenómenos adversos. Reduzir o risco passa, por isso, por conhecer os perigos existentes, reforçar a segurança das habitações, garantir informação acessível e assegurar que os sistemas de alerta chegam às famílias, são compreendidos e permitem uma resposta atempada.

A campanha deste ano sublinha ainda que a resiliência não depende apenas das escolhas individuais. Planeamento urbano e territorial, normas de construção, investimento em habitação segura e participação das comunidades são também determinantes para reduzir vulnerabilidades e proteger vidas, meios de subsistência e o futuro das populações.

A preparação para catástrofes inclui igualmente a capacidade dos sistemas de saúde para responder a novas necessidades sem interromper cuidados essenciais. A Organização Mundial da Saúde alerta que as emergências podem provocar um aumento significativo das necessidades de reabilitação e, simultaneamente, comprometer o acesso a serviços já existentes. Por esse motivo, a reabilitação deve ser integrada na preparação, resposta e recuperação em situações de emergência.

Os fisioterapeutas podem integrar estas respostas, contribuindo para prevenir complicações, promover a recuperação funcional das pessoas afetadas e assegurar a continuidade dos cuidados de quem já necessita de reabilitação.

Neste Dia Internacional para a Redução do Risco de Catástrofes, a Ordem dos Fisioterapeutas associa-se à mensagem de 2026 e recorda que a preparação começa também em casa.

Neste contexto, a Ordem volta a disponibilizar o folheto informativo “Fisioterapia em Contexto de Emergência”, que reúne orientações práticas destinadas a reforçar a preparação, a segurança e a autonomia das famílias em situações críticas. Consulte o folheto “Fisioterapia em Contexto de Emergência”.

 

Dia Mundial dos Cuidados Paliativos: cuidar da dor é cuidar da pessoa

Assinala-se hoje, 10 de outubro, o Dia Mundial dos Cuidados Paliativos. Em 2026, a campanha internacional é dedicada ao tema “Pain Management: An Essential Part of Palliative Care”, reforçando a importância de uma abordagem adequada, integrada e multidimensional da dor no acompanhamento das pessoas com doença grave.

A dor não é uma experiência exclusivamente física. Nos cuidados paliativos, a sua abordagem considera também dimensões psicológicas, sociais e espirituais do sofrimento e exige respostas interdisciplinares, ajustadas à situação e às prioridades de cada pessoa.

Mas os cuidados paliativos não se esgotam no controlo da dor nem no acompanhamento em fim de vida. O seu propósito é aliviar o sofrimento, preservar a dignidade e proporcionar a melhor qualidade de vida possível às pessoas e às suas famílias ao longo do percurso da doença.

Os fisioterapeutas dão um contributo específico neste percurso. A intervenção, adaptada à condição e às prioridades de cada pessoa, pode contribuir para preservar a mobilidade e a funcionalidade, aliviar sintomas, prevenir complicações, promover a autonomia possível e apoiar e capacitar os cuidadores.

A integração efetiva da Fisioterapia nas equipas de cuidados paliativos é, por isso, parte de uma resposta verdadeiramente multidisciplinar e centrada na pessoa. A Ordem dos Fisioterapeutas tem defendido que essa integração deve fazer-se com condições que permitam aos fisioterapeutas desempenhar plenamente o seu papel nas diferentes respostas de cuidados continuados e paliativos.

Esta reflexão foi também recentemente desenvolvida pelo Bastonário da Ordem dos Fisioterapeutas, António Lopes, no artigo «Cuidados paliativos: Os fisioterapeutas são parte da resposta», publicado na Mais Magazine. Ler o artigo completo.

Neste Dia Mundial dos Cuidados Paliativos, importa recordar que, mesmo quando a cura já não é possível, continua a haver função a preservar, desconforto a aliviar, participação a promover e qualidade de vida a proteger.

 

 

Aviso de manutenção programada

Informamos que, no dia 29 de outubro de 2026, a partir das 21h00, decorrerá uma intervenção de manutenção programada na infraestrutura tecnológica da Ordem dos Fisioterapeutas.

Durante este período, o acesso ao site institucional e à área reservada dos membros poderá ficar temporariamente indisponível.

Agradecemos a compreensão e lamentamos eventuais inconvenientes

Pedro Maciel Barbosa

Fisioterapeuta-especialista na Unidade Local de Saúde de Matosinhos Sub-coordenador para os Cuidados de Saúde Primário, Unidade Local de Saúde de Matosinhos Professor Adjunto-Convidado na Escola Superior de Saúde do Porto Membro do Conselho de Administração da Fundação para a Saúde – SNS Membro do Conselho Geral da Ordem dos Fisioterapeutas

Carlos Areia

Carlos Areia é fisioterapeuta desde 2013, e trabalhou em vários hospitais, clínicas e clubes tanto em Portugal como no Reino Unido. Iniciou a sua carreira académica na Universidade de Oxford em 2016, onde liderou um ensaio clínico a comparar Fisioterapia VS cirurgia em lesões do cruzado anterior em 32 hospitais de Inglaterra. Em 2018 mudou-se para o departamento de neurociências, onde desenvolveu os seus próprios estudos em monitorização remota de sinais vitais, que foram implementados durante a pandemia. Aqui descobriu a sua paixão pelos dados, e em 2022, juntou-se à Digital Science como Data Scientist. Concluiu o seu PhD no início deste ano, e junta mais de 60 publicações em revistas como a The Lancet, BMJ, Cochrane, entre outras. É também palestrante honorário na Oxford Brookes University e consultor em investigação clínica.

Eduardo José Brazete Carvalho Cruz

Doutorado em Fisioterapia, pela Universidade de Brighton, UK. Pós-Doutoramento na especialidade de Epidemiologia pela Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa.
Coordenador do Gabinete de Estudos e Planeamento da Ordem dos Fisioterapeutas. Professor Coordenador do Departamento de Fisioterapia da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Setúbal (ESS-IPS). Presidente do Conselho Técnico-Científico da ESS-IPS. Coordenador do Departamento de Fisioterapia da ESS-IPS. Investigador Integrado do Comprehensive Health Research Centre (CHRC) (parceria FCM-UNL, Escola Nacional de Saúde Publica, Universidade de Évora, Lisbon Institute of Global Mental Health e Hospital do Santo Espírito, Ilha Terceira, Açores).

Sara Souto Miranda

Sara Souto Miranda é licenciada e mestre em fisioterapia pela Universidade de Aveiro, e detentora de pós-graduação em fisioterapia respiratória do adulto certificada pela mesma instituição. Completou em 2023 o seu doutoramento duplo em Ciências da Reabilitação/Saúde, Medicina e Ciências da Vida pelas Universidades de Aveiro e Maastricht (Países Baixos) e encontra-se atualmente a exercer funções como assessora técnico-científica do Gabinete de Estudos e Planeamento (GEP) da Ordem dos Fisioterapeutas, e como professora convidada do Instituto Piaget de Vila Nova de Gaia. Enquanto membro do Laboratório de Investigação e Reabilitação Respiratória da Universidade de Aveiro (Lab3R), exerceu atividade de investigação aplicada onde avaliou e tratou doentes com patologia respiratória, tendo participado em 6 projetos de investigação. Ao longo do seu percurso publicou 19 artigos científicos em revistas internacionais revistas pelos pares com fator de impacto, 1 capítulo de livro, e mais de 50 resumos em atas de conferências. Foi voluntária de investigação no centro de reabilitação Ciro (Center for expertise in chronic organ failure) nos Países Baixos, e é atualmente membro da Guideline Methodology Network da European Respiratory Society. Foi distinguida pela European Lung Foundation e European Respiratory Society por desenvolver investigação centrada no doente, pela Direção Geral de Ensino Superior com uma bolsa de mérito relativa ao seu mestrado, e pelo centro Ciro com uma bolsa destinada ao apoio à investigação no estrangeiro.

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