Segurança do Doente é prioridade para a Ordem dos Fisioterapeutas

Assinala-se hoje o Dia Mundial da Segurança do Doente, com o tema “Envolver os Doentes para a Segurança do Doente” e o mote “Dar + voz aos doentes“, reconhecendo o seu papel central na promoção de cuidados seguros. 0

A Ordem dos Fisioterapeutas associa-se aos objetivos propostos pela Organização Mundial de Saúde para o Dia Mundial da Segurança do Doente, nomeadamente de aumentar a consciencialização global sobre a necessidade de envolvimento ativo dos doentes, famílias e cuidadores, na melhoria da segurança do doente em todos os ambientes e níveis de cuidados de saúde e de capacitar doentes e familiares a envolverem-se ativamente nos seus próprios cuidados de saúde.

Saiba sobre como ter um papel mais ativo quando recorre a cuidados de fisioterapia.

Os cuidados seguros de fisioterapia devem estar alinhados com os compromissos do Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2021-2026 (PNSD 2021-2026) e com os princípios «envolver, valorizar, responsabilizar». Saiba mais nos folhetos informativos.

Se tem mais de 65 anos, dificuldades de visão, sofreu uma queda no último ano e/ou se desequilibra com frequência, não pratica exercício físico e toma vários medicamentos, consulte também as recomendações sobre a prevenção de quedas.

Prevenção de quedas

Notificação de incidentes ajuda a melhorar a segurança do doente

O desenvolvimento de sistemas de notificação de incidentes na prestação de cuidados de saúde permite garantir a segurança do doente e a qualidade na prestação de cuidados, contribuindo para ganhos em saúde, tratando-se de uma recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) desde 2002.

Em Portugal, a plataforma NOTIFICA, disponibilizada pela Direção-Geral da Saúde (DGS), é parte integrante do Sistema Nacional de Notificação de Incidentes. O registo é voluntário e pode ser realizado pelo cidadão ou pelo profissional de saúde, de forma anónima. Saiba como utilizar a plataforma NOTIFICA:

Vídeo NOTIFICA

Estima-se que todos os anos ocorram 134 milhões de incidentes de segurança nos cuidados de saúde, e que muitos poderiam ser evitados. Todos podemos ajudar a melhorar as estatísticas. A segurança do doente é a nossa prioridade!

Dia Mundial da Segurança do Doente em imagens

A Ordem dos Fisioterapeutas convidou os membros a partilharem fotografias ilustrativas das comemorações. Veja aqui as fotografias selecionadas.

Dia Mundial da Fisioterapia 2023

Assinala-se hoje o Dia Mundial da Fisioterapia!

É dia de homenagear os Fisioterapeutas enquanto profissionais de saúde. 

Este ano, o foco desta efeméride, instituída pela World Physiotherapy, é a artrite, com uma visão aprofundada sobre algumas formas de artrite inflamatória, incluindo a artrite reumatoide e a espondilite axial.

A Ordem dos Fisioterapeutas destaca o papel determinante dos Fisioterapeutas no tratamento e gestão de pessoas afetadas por esta condição de saúde na melhoria da saúde dos utentes, no geral.

Dia Mundial da Fisioterapia em imagens

A Ordem dos Fisioterapeutas convida os membros a associarem-se à iniciativa “Dia Mundial da Fisioterapia em imagens”, partilhando connosco fotografias ilustrativas das comemorações, através do preenchimento deste formulário. As fotografias selecionadas serão divulgadas no site da Ordem.

Feliz Dia Mundial da Fisioterapia!

Saiba mais aqui.

Eurostat contabiliza cerca de 611 mil fisioterapeutas na União Europeia

O Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) publicou este mês o relatório estatístico referente ao número de fisioterapeutas, de dentistas e de farmacêuticos a exercer na União Europeia (UE).

Os dados sobre estas profissões de saúde, que prestam serviços diretamente aos utentes, revelam que, em 2021, trabalhavam na UE cerca de 611 mil fisioterapeutas, o que equivale a uma média de 136,7 fisioterapeutas por 100 mil habitantes.

Na informação desagregada por Estado-membro, as estatísticas relativas a Portugal têm em conta apenas dados do setor público. Mas, considerando o número de profissionais inscritos na Ordem dos Fisioterapeutas – cerca de 11 mil, Portugal conta com um rácio de 110 fisioterapeutas por 100 mil habitantes.

Clique aqui para aceder ao relatório do Eurostat.

Clique aqui para consultar os dados dos fisioterapeutas inscritos na Ordem.

Fisioterapeutas prestam assistência na Jornada Mundial da Juventude 2023

Um total de 4.376 pessoas foram assistidas nos recintos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que decorreu entre 1 e 6 de agosto. Os dados oficiais do INEM registaram ainda que, destas assistências, apenas 153 (3,5%) necessitaram de observação ou cuidados adicionais em ambiente hospitalar.

A assistência das equipas de saúde distribuídas pelos diferentes eventos da JMJ contou com vários fisioterapeutas, que reportaram diversas tipologias de intervenções, com maior incidência em ocorrências relacionadas com situações músculo-esqueléticas, como entorses.

A JMJ contou ainda com a presença de fisioterapeutas inscritos nas paróquias de acolhimento aos peregrinos e que prestaram igualmente o seu apoio neste contexto.

Os fisioterapeutas inscritos como voluntários de saúde na JMJ responderam ao repto lançado pela Ordem, juntando-se assim a vários outros que já estavam inscritos como voluntários centrais ou paroquiais.

A Ordem congratula-se com a participação e com o profissionalismo demonstrado pelos fisioterapeutas que participaram na JMJ 2023, contribuindo para elevar a importância da Fisioterapia no reforço das equipas de resposta em eventos de grandes dimensões, bem como em situações de catástrofes e/ou crises humanitárias.

Ordem visita sede da Fundação JMJ, entidade organizadora da Jornada Mundial da Juventude 2023

O Bastonário António Lopes, acompanhado pelos Vogais da Direção Fátima Domingues e Afonso Neutel, encontrou-se com o Bispo Auxiliar de Lisboa e Presidente da Fundação JMJ – Lisboa, Dom Américo Aguiar. A visita teve como propósito assinalar a integração de fisioterapeutas na Equipa de Saúde da Jornada Mundial da Juventude 2023 (JMJ23), cuja missão é prestar cuidados de saúde de proximidade a todos os peregrinos inscritos, voluntários e participantes nos diversos eventos, em articulação com as entidades do SNS (Cuidados de Saúde Primários, INEM e Hospitais). A receção incluiu o descerramento de uma placa evocativa da visita do Bastonário da Ordem dos Fisioterapeutas à sede da Fundação da Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023 e terminou com a assinatura do Livro de Honra, no qual ficou inscrita uma mensagem, em nome de todos os fisioterapeutas.

A Ordem dos Fisioterapeutas releva o contributo dos fisioterapeutas na JMJ23, considerando que as orientações internacionais para as melhores práticas em saúde apontam para a importância da integração de fisioterapeutas no reforço das equipas de profissionais de resposta a catástrofes e/ou crises humanitárias e em eventos de grandes dimensões.

Ordem dos Fisioterapeutas lança Rede de Investigadores em Fisioterapia (RIFt)

Conheça a Rede de Investigadores em Fisioterapia (RIFt).  Desenvolvida pelo Gabinete de Estudos e Planeamento (GEP) da Ordem dos Fisioterapeutas, a plataforma de investigação e investigadores em Fisioterapia (RIFt) tem como principal objetivo promover e aumentar a visibilidade da ciência produzida em Portugal, por Fisioterapeutas.

A RIFt divulgará o perfil dos fisioterapeutas que realizam investigação em Portugal, de modo a fomentar a colaboração intra e interdisciplinar, potenciando assim a colaboração entre investigadores em torno de projetos com forte componente de investigação clínica.

A RIFt pretende aproximar a investigação às necessidades da prática clínica, transmitir o valor acrescentado da fisioterapia ao público em geral, e promover iniciativas de investigação, com o envolvimento dos cidadãos, que promovam mais e melhor saúde e bem-estar.

O registo na RIFt pode ser efetuado aqui por qualquer Fisioterapeuta, inscrito na Ordem dos Fisioterapeutas, que realize investigação.

A RIFt é de acesso aberto à visualização e pesquisa, por fisioterapeuta investigador ou por palavra-chave. Saiba mais no guia prático da RIFt

Atendimento nos serviços da Ordem na semana da Jornada Mundial da Juventude

A Ordem dos Fisioterapeutas informa todos os fisioterapeutas e o público em geral que os serviços de atendimento estarão a funcionar na semana em que irá decorrer a Jornada Mundial da Juventude 2023.

No entanto, devido aos constrangimentos de circulação na cidade de Lisboa, o atendimento presencial será assegurado apenas mediante marcação prévia, com agendamento através dos contactos habituais, que podem ser consultados aqui. Já o atendimento telefónico, durante a semana referida, realizar-se-á das 09.00 às 14.00 horas, e das 15.00 às 18.00 horas.

Agradecemos a compreensão.

Dia Mundial da Prevenção de Quedas: Ordem apela ao aumento de programas orientados por Fisioterapeutas

Criado pela Organização Mundial da Saúde para alertar sobre os riscos das quedas, assinala-se hoje, 24 de junho, o Dia Mundial da Prevenção de Quedas.

A Ordem dos Fisioterapeutas responde a algumas questões sobre uma das principais causas de morte acidental a nível mundial, com o contributo da Fisioterapeuta Maria Teresa Tomás, doutorada em Atividade Física e Saúde.

Como prevenir algo que é imprevisível?

Fisioterapeuta Maria Teresa Tomás – As quedas são vulgarmente definidas como “cair inadvertidamente ou não intencionalmente no chão, ou outro nível inferior, excluindo mudança intencional de posição para descansar” (WHO, 2007) e têm classificação própria na Classificação Internacional da Doença.

Cerca de 28-35% dos indivíduos com mais de 65 anos cai pelo menos uma vez por ano e se considerarmos os indivíduos com 70 ou mais anos a frequência sobe para os 32-42%, sendo a causa de aproximadamente 40% das mortes por lesão ou trauma (WHO, 2007).

De entre os síndromas geriátricos, (incapacidade cognitiva, incontinência, instabilidade postural, imobilidade e insuficiência familiar), a instabilidade postural é o maior responsável pelo risco de quedas que implicam custos a diferentes níveis (físicos, funcionais, sociais, financeiros), tanto para o indivíduo mais velho como para os seus familiares e /ou cuidadores e para a sociedade.

Quais são os fatores de risco que potenciam as quedas?

Fisioterapeuta Maria Teresa Tomás – Sendo a queda algo que é potencialmente imprevisível, importa conhecer e reduzir ou eliminar os fatores de risco conhecidos envolvidos no mecanismo de queda. Estes fatores de risco podem ser agrupados em fatores de risco intrínsecos: demência, disfunção vestibular, neuropatia periférica, hipotensão ortostática, polimedicação (cinco ou mais fármacos) e tipo de medicação (psicotrópicos), diminuição da acuidade visual, doenças crónicas (ex: osteoartrose, história de AVC, anemia,  etc); fatores de risco extrínsecos e/ou de interface: obstáculos no meio ambiente exterior (ex: passeios ou asfalto com alterações) ou interior (móveis, tapetes não aderentes, animais de estimação, chão escorregadio, iluminação insuficiente), tipo de calçado utilizado, restrições físicas, tipo de atividade desenvolvida (ex: subir a armários, etc), fatores de risco pessoais: idade >80 anos, alterações da marcha e do equilíbrio, depressão; deterioração cognitiva, fraqueza muscular (sarcopénia), género feminino, dependência em atividades da vida diária, falta de exercício.

Como é que a Fisioterapia pode ajudar, quer na prevenção, quer na reabilitação?

Fisioterapeuta Maria Teresa Tomás – a intervenção multidisciplinar, onde o fisioterapeuta é imprescindível, implica ao nível da prevenção ou reabilitação de status pós-queda:

  • Educação para a maior capacitação do indivíduo ou dos seus cuidadores na gestão do processo de prevenção de quedas e/ou reabilitação (maior literacia em saúde, conhecimento de todos os fatores envolvidos). Ensino dos indivíduos e/ou seus cuidadores de exercícios no domicílio (home-based exercise programms)
  • Aumento dos níveis de atividade física e especificamente Programas de Exercício para aumento da força e da qualidade muscular, aumento da capacidade aeróbia e aumento da flexibilidade e do equilíbrio com maior ou menor autonomia, supervisionados, ou de cariz domiciliário. São exemplos os programas de marcha, de marcha nórdica, programas de Pilates, Tai-Chi, ioga entre muitos outros desde que a sua implementação seja direcionada para as limitações ou alterações funcionais de cada indivíduo
  • Redução/Otimização terapêutica
  • Correção de déficits sensoriais (auditivos, visuais, propriocepção, etc)
  • Tratamento de hipotensão ortostática
  • Tratamento de doenças crónicas
  • Suplementação com Vitamina D
  • Correção de fatores risco ambientais

O fisioterapeuta, para além de uma avaliação completa, deve intervir ao nível de quase todos os aspetos acima descritos, com especial destaque para a educação, exercício e correção de fatores ambientais bem como melhoria na gestão funcional das doenças crónicas associadas, otimizando a capacidade funcional do individuo mais velho, no seio de uma equipa multidisciplinar. Programas de exercício físico direcionado para as particularidades clínicas e funcionais de cada individuo, particularmente se associado a intervenção multidisciplinar direcionada, associaram-se a mais baixo risco de quedas com lesão, quando comparado com intervenção usual. Programas de marcha, e particularmente programas de marcha nórdica, foram também associados a maiores níveis de autonomia e de força muscular, e melhor estabilidade postural, sendo estes programas de cariz comunitário de baixo impacto financeiro e baixa a moderada intensidade, bem tolerados por esta população, com maiores níveis de adesão e com melhores resultados.

Mensagem do Bastonário sobre a revisão do Estatuto da Ordem dos Fisioterapeutas

O Bastonário António Lopes gravou uma mensagem dirigida aos cidadãos e aos fisioterapeutas para explicar o que está em causa com a proposta de lei do Governo, que “cria desigualdades e cria um retrocesso na segurança da saúde dos utentes que recorrem aos cuidados de Fisioterapia”.

Tal como está redigida, e por comparação à proposta de Estatuto que a Ordem dos Fisioterapeutas tinha enviado ao Executivo, a proposta “põe em risco a missão de zelar pelos utentes e garantir que os cuidados de Fisioterapia são prestados por profissionais devidamente habilitados e sujeitos aos princípios e normas éticas e deontológicas da profissão”, sublinha.

O Bastonário lembra ainda que a proposta do governo deixa de fora os atos próprios dos fisioterapeutas, acrescentando que “ao não protegê-los por lei, escolhe desproteger os cidadãos”.  

Afirmando que a Ordem dos Fisioterapeutas “não pode e não vai aceitar esta desproteção”, o Bastonário declara contar com o apoio de todos na defesa do cidadão, “porque é disso que se trata”, afirma: “Fisioterapia só com Fisioterapeutas inscritos na Ordem!”

Pedro Maciel Barbosa

Fisioterapeuta-especialista na Unidade Local de Saúde de Matosinhos Sub-coordenador para os Cuidados de Saúde Primário, Unidade Local de Saúde de Matosinhos Professor Adjunto-Convidado na Escola Superior de Saúde do Porto Membro do Conselho de Administração da Fundação para a Saúde – SNS Membro do Conselho Geral da Ordem dos Fisioterapeutas

Carlos Areia

Carlos Areia é fisioterapeuta desde 2013, e trabalhou em vários hospitais, clínicas e clubes tanto em Portugal como no Reino Unido. Iniciou a sua carreira académica na Universidade de Oxford em 2016, onde liderou um ensaio clínico a comparar Fisioterapia VS cirurgia em lesões do cruzado anterior em 32 hospitais de Inglaterra. Em 2018 mudou-se para o departamento de neurociências, onde desenvolveu os seus próprios estudos em monitorização remota de sinais vitais, que foram implementados durante a pandemia. Aqui descobriu a sua paixão pelos dados, e em 2022, juntou-se à Digital Science como Data Scientist. Concluiu o seu PhD no início deste ano, e junta mais de 60 publicações em revistas como a The Lancet, BMJ, Cochrane, entre outras. É também palestrante honorário na Oxford Brookes University e consultor em investigação clínica.

Eduardo José Brazete Carvalho Cruz

Doutorado em Fisioterapia, pela Universidade de Brighton, UK. Pós-Doutoramento na especialidade de Epidemiologia pela Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa.
Coordenador do Gabinete de Estudos e Planeamento da Ordem dos Fisioterapeutas. Professor Coordenador do Departamento de Fisioterapia da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Setúbal (ESS-IPS). Presidente do Conselho Técnico-Científico da ESS-IPS. Coordenador do Departamento de Fisioterapia da ESS-IPS. Investigador Integrado do Comprehensive Health Research Centre (CHRC) (parceria FCM-UNL, Escola Nacional de Saúde Publica, Universidade de Évora, Lisbon Institute of Global Mental Health e Hospital do Santo Espírito, Ilha Terceira, Açores).

Sara Souto Miranda

Sara Souto Miranda é licenciada e mestre em fisioterapia pela Universidade de Aveiro, e detentora de pós-graduação em fisioterapia respiratória do adulto certificada pela mesma instituição. Completou em 2023 o seu doutoramento duplo em Ciências da Reabilitação/Saúde, Medicina e Ciências da Vida pelas Universidades de Aveiro e Maastricht (Países Baixos) e encontra-se atualmente a exercer funções como assessora técnico-científica do Gabinete de Estudos e Planeamento (GEP) da Ordem dos Fisioterapeutas, e como professora convidada do Instituto Piaget de Vila Nova de Gaia. Enquanto membro do Laboratório de Investigação e Reabilitação Respiratória da Universidade de Aveiro (Lab3R), exerceu atividade de investigação aplicada onde avaliou e tratou doentes com patologia respiratória, tendo participado em 6 projetos de investigação. Ao longo do seu percurso publicou 19 artigos científicos em revistas internacionais revistas pelos pares com fator de impacto, 1 capítulo de livro, e mais de 50 resumos em atas de conferências. Foi voluntária de investigação no centro de reabilitação Ciro (Center for expertise in chronic organ failure) nos Países Baixos, e é atualmente membro da Guideline Methodology Network da European Respiratory Society. Foi distinguida pela European Lung Foundation e European Respiratory Society por desenvolver investigação centrada no doente, pela Direção Geral de Ensino Superior com uma bolsa de mérito relativa ao seu mestrado, e pelo centro Ciro com uma bolsa destinada ao apoio à investigação no estrangeiro.

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