Bastonário no 20º aniversário da Escola Superior de Saúde Jean Piaget – Vila Nova de Gaia

O Bastonário António Lopes participou na cerimónia comemorativa dos 20 anos da Escola Superior de Saúde Jean Piaget – Vila Nova de Gaia, no dia 26 de outubro.

 

Na intervenção da Sessão de Abertura, avocou como essencial a colaboração da Ordem dos Fisioterapeutas com as Instituições de Ensino Superior com cursos acreditados para a concretização da sua competência estatutária de “promoção do desenvolvimento da área científica da fisioterapia e do seu ensino”.

Acrescentou ainda que, enquanto responsáveis pelos ciclos de estudo de licenciatura que dão acesso ao exercício da profissão de fisioterapeuta, as intuições de ensino superior assumem a responsabilidade de colocar no mercado de trabalho profissionais competentes e devidamente qualificados, enquanto que, à Ordem, compete a concessão do título profissional, e, por isso, a definição do perfil profissional e dos padrões de qualidade para a prestação de cuidados com autonomia, dentro dos valores éticos exigidos.

Por ocasião do 20º aniversário da Escola Superior de Saúde Jean Piaget – Vila Nova de Gaia, o Bastonário aproveitou para dar conta de que estão a decorrer os trabalhos para a criação de um sistema de avaliação e acreditação da formação pós-graduada, em associação com a criação do quadro de especialidades, garantindo que todos serão chamados a colaborar na discussão pública destes projetos, à semelhança do que aconteceu com o Regulamento do Ato do Fisioterapeuta, com o Código Deontológico e com o Regulamento Disciplinar.

Atualmente, a instituição integra na sua oferta formativa, entre outras, a licenciatura em Fisioterapia.

Ordem dos Fisioterapeutas e Entidade Reguladora da Saúde assinam Protocolo de Cooperação

A Ordem dos Fisioterapeutas, representada pelo Bastonário António Lopes, e a Entidade Reguladora da Saúde, representada pelo seu Conselho de Administração, acordaram em assinar um Protocolo de Cooperação, tendo em vista a melhoria do exercício nas respetivas atribuições de cada uma das entidades.

As duas Entidades entendem que o Protocolo de Cooperação é fundamental na prossecução do objetivo comum de incremento da qualidade dos cuidados de saúde prestados ao público, bem como do garante do cumprimento da legalidade.

Para além disto as duas entidades acordaram colaborar na criação de uma bolsa de peritos técnicos conducente à partilha de recursos, humanos e técnicos e de conhecimentos.

A cerimónia de assinatura do Protocolo de Cooperação decorreu esta quinta-feira, 26 de outubro, nas instalações da ERS, no Porto.

Covid-19 e Gripe: informação aos Fisioterapeutas

Os Fisioterapeutas integram o grupo elegível para vacinação sazonal contra a COVID-19 no Outono-Inverno 2023-2024.

De acordo com a Norma 005/2023 da Direção-Geral de Saúde, estão abrangidos profissionais e residentes/utentes em Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI), instituições similares e Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), e estabelecimentos prisionais; profissionais dos serviços de saúde (públicos e privados) e de outros serviços prestadores de cuidados de saúde, estudantes em estágio clínico, bombeiros envolvidos no transporte de doentes, prestadores de cuidados a pessoas dependentes, bem como grávidas, pessoas com ≥60 anos de idade e pessoas com 5-59 anos de idade com patologias de risco.

Já a vacinação contra a gripe é recomendada aos Fisioterapeutas, que integram os grupos-alvo para os quais se recomenda a vacinação, independentemente da gratuitidade, referidos na Norma 006/2023 da DGS.

A Ordem recorda que, enquanto profissionais de saúde, os Fisioterapeutas deverão fazer-se acompanhar da cédula profissional ou de declaração da entidade patronal, comprovativa da sua atividade profissional.

 

Mais informações em: 

Campanha de Vacinação Sazonal contra a Gripe: outono-inverno 2023-2024

Campanha de Vacinação Sazonal contra a Covid-19: outono-inverno 2023-2024

Ordem dos Fisioterapeutas assinala Dia Nacional da Paralisia Cerebral

Segundo a Organização Mundial de Saúde, estima-se que as pessoas com paralisia cerebral representam cerca de 15% da população mundial e 2 em cada 1000 crianças nascem com PC. Em Portugal, cerca de 20 mil pessoas vivem com paralisia cerebral, estimando-se entre 150 e 200 novos casos por ano.

A paralisia cerebral engloba um conjunto de desordens clínicas heterogéneas que diferem na etiologia, sintomatologia e gravidade. É a perturbação do desenvolvimento mais frequente na infância, que condiciona a trajetória de vida da criança e família, com impacto no desempenho das atividades funcionais do dia-a-dia e na participação social (casa, escola, comunidade).

O futuro da criança com PC, como o de qualquer outra pessoa, deve ser construído passo a passo, conquista a conquista, cabendo a todos os que a rodeiam ajudá-la a desenvolver ao máximo as suas potencialidades.

O Fisioterapeuta desempenha um papel importante no processo de (re)habilitação destas crianças. A sociedade deverá ser capaz de ajudar a criar oportunidades para permitir que a limitação física e/ou cognitiva não seja um entrave para sonhar o futuro, nem para diminuir a participação nas diferentes atividades e contextos.

O Dia Nacional da Paralisia Cerebral assinala-se a 20 de outubro, desde 2014, data em que foi aprovada na Assembleia da República, por unanimidade, a resolução n.º 27/2014, de 7 de março.

Ordem dos Fisioterapeutas assinala papel da Fisioterapia em Cuidados Paliativos

Assinala-se este sábado, 14 de outubro, o Dia Mundial dos Cuidados Paliativos, uma data instituída a nível internacional para celebrar e sensibilizar para a importância do acesso a Cuidados Paliativos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que, em 2060, o número de pessoas com necessidades paliativas no mundo terá duplicado.

Em Portugal, apenas 30% das pessoas com necessidades paliativas tem acesso a Cuidados Paliativos especializados.

A Fisioterapia pode ajudar

Sabia que nem todos os doentes paliativos estão acamados?

Na verdade, a OMS recomenda que se tenha uma vida tão ativa quanto possível até à morte.

Para cumprir esta recomendação, a Fisioterapia surge como uma intervenção de excelência no controlo sintomático não-farmacológico e melhoria do bem-estar e qualidade de vida, até à morte. O principal foco da intervenção do Fisioterapeuta, neste contexto, é a promoção da autonomia e independência, com a função que existe, em cada momento.

A evidência científica comprova os benefícios da intervenção da Fisioterapia em Cuidados Paliativos na gestão de vários sintomas como diminuição da mobilidade, fadiga, dor, sintomas respiratórios, ansiedade e depressão. Sabemos ainda que o Fisioterapeuta contribui ativamente para um fim de vida com mais sentido e realização pessoal.

Ordem dos Fisioterapeutas associa-se ao tema «A Saúde Mental é um direito humano universal»

Assinala-se hoje, a 10 de outubro, o Dia Mundial da Saúde Mental, uma data instituída pela Federação Mundial da Saúde Mental (FMSM). A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece e assinala também este dia, este ano com o tema: «A Saúde Mental é um direito humano universal».

A Ordem dos Fisioterapeutas considera que o Dia Mundial da Saúde Mental é também uma oportunidade de consciencializar a população e todos os utilizadores dos cuidados de Fisioterapia para a importância da atuação da Fisioterapia em Saúde Mental.

Caro cidadão. Sabia que…

  • A fisioterapia em saúde mental é uma área transversal e específica da fisioterapia, que atua em diferentes ambientes de saúde, de saúde mental, de psiquiatria e de medicina psicossomática?
  • A fisioterapia em saúde mental atua na relação entre os problemas psicológicos e as perturbações somáticas (perturbações de sono, medo relacionado com a dor, stress psicológico e humor deprimido associado com uma condição clínica)?
  • A fisioterapia em saúde mental atua na relação entre os problemas mentais ligeiros e as principais doenças crónicas não transmissíveis (ansiedade e depressão moderada associada a doenças cardiovasculares e respiratórias; diabetes e cancro; depressão associada à dor crónica; perturbação de stress pós-traumático associada à fibromialgia e politraumatismos e ansiedade associada à doença pulmonar obstrutiva crónica)?
  • A fisioterapia em saúde mental atua na abordagem especializada das doenças mentais graves (depressão major, esquizofrenia, perturbações bipolares e comportamentos aditivos e dependências) em unidades/hospitais psiquiátricos?
  • O(a) fisioterapeuta que atua na área da saúde mental utiliza estratégias técnicas de consciencialização corporal e do movimento, assim como o exercício e a atividade física?
  • As técnicas de estimulação sensorial, a terapia de relaxamento, a fisioterapia psicomotora e psicossomática são estratégias utilizadas pelo(a) fisioterapeuta na área da saúde mental?

O Grupo de Trabalho de Fisioterapia em Saúde Mental recomenda a leitura de algumas informações, em benefício da atuação dos fisioterapeutas.

Caro(a) colega fisioterapeuta. Sabia que…

  • Uma meta-análise de 2022 concluiu que o exercício físico realizado 3 vezes por semana, durante 8 semanas, reduz os sintomas de depressão em adolescentes? (saiba mais aqui)
  • Quanto mais elevados os níveis de atividade física maior é a melhoria dos sintomas da esquizofrenia segundo uma meta-análise de 2022 que incluiu 27 estudos? (saiba mais aqui)
  • Um estudo recente sugere que o exercício aeróbico tem benefícios na melhoria da saúde mental em pessoas com mais de 60 anos? (saiba mais aqui)
  • Existe desde 2021 uma Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental? (saiba mais aqui)
  • Existe um grupo de especialização da World Physiotherapy dedicada à Fisioterapia em Saúde Mental desde 2011?  (saiba mais aqui)

Ordem dos Fisioterapeutas assinalou quatro anos com evento comemorativo

No dia 30 de setembro, a Ordem dos Fisioterapeutas organizou um evento comemorativo, com o tema “Desafios na Profissão”.

A Sessão de Abertura contou com o Secretário de Estado da Saúde, Ricardo Mestre, que agradeceu o trabalho dos fisioterapeutas na promoção da saúde dos cidadãos, salientando que são fundamentais para ajudar o país a conseguir uma melhor qualidade de vida. «Hoje temos uma maior esperança média de vida. E isso leva-nos a definir políticas que possam intervir ao longo de todo o contínuo da prestação de cuidados: na promoção da saúde, na prevenção da doença, no diagnóstico precoce, no tratamento atempado, na reabilitação continuada ao longo da vida, isto é, ao longo de todo o processo nós temos de conseguir ir introduzindo, como temos estado a promover, melhorias ao longo de toda a cadeia de prestação de cuidados. E aqui, os fisioterapeutas são importantes, em todas estas fases. […] É uma profissão com a qual, obviamente, contamos, uma profissão em relação à qual mantemos a expetativa de poder conseguir integrar cada vez mais neste contínuo da prestação de cuidados.», declarou.

Antes, também na Sessão de Abertura, o Bastonário da Ordem dos Fisioterapeutas, António Lopes, afirmou querer que «os nossos cuidados [de fisioterapia] sejam acessíveis a todos os cidadãos, nas diferentes regiões onde estão, nos diferentes subsistemas de saúde que os representam e nas janelas temporais em que o contributo se demonstra mais relevante» e que, para isso, «teremos de aumentar o número de fisioterapeutas nas instituições do Serviço Nacional de Saúde (dos atuais mais de 11 mil fisioterapeutas inscritos, só cerca de 10% trabalham no SNS), ultrapassar os modelos obsoletos de referenciação e de prescrição de atos padronizados (a própria legislação já evoluiu mas permanece uma cultura organizacional assente em premissas que perderam sentido e razoabilidade, nomeadamente o estigma de que a Fisioterapia é parte exclusiva do silo da Medicina Física e Reabilitação) e criar condições para um registo próprio da nossa intervenção e monitorização dos resultados».

A sessão de abertura contou ainda com intervenções do Presidente da Mesa do Conselho Geral, Rui Costa, e da Presidente do Conselho Jurisdicional, Isabel de Souza Guerra.

Homenagens

O evento, que decorreu no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, foi ainda marcado por momentos de homenagem a várias personalidades/entidades que se destacaram no ensino da Fisioterapia enquanto disciplina científica autónoma: a Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa que, em 1957, deu início ao projeto de formação de profissionais na área da reabilitação com um perfil internacional, João Vasconcelos Martins, Margarida Lopes Gouveia e Alice Beja Ferreira,  pelo mérito e esforço desenvolvido na projeção dos valores profissionais que soube incutir a todos quantos os que consigo conviveram, e na consolidação da imagem dos Fisioterapeutas portugueses, nos planos nacional e internacional, Isabel Rasgado Rodrigues ( Escola de Reabilitação, do Alcoitão), Cristina Argel de Melo (Escola Técnica dos Serviços de Saúde do Porto),  Isabel Sousa Coutinho ( Escola Técnica dos Serviços de Saúde de Lisboa) e de João Neves Gil (Escola Técnica dos Serviços de Saúde de Coimbra), a título póstumo, pelo mérito e esforço desenvolvidos na consolidação do controlo da formação realizada pelos próprios fisioterapeutas, através da liderança no plano pedagógico e científico dos cursos das respetivas escolas e no processo evolutivo que conduziu à respetiva integração no ensino superior. Foram igualmente homenageados Madalena Gomes da Silva, pelo mérito no desenvolvimento e afirmação da Fisioterapia como disciplina científica autónoma, nomeadamente por ter sido a primeira fisioterapeuta portuguesa a obter o grau de doutor em Fisioterapia, Jan Cabri, pelo mérito no desenvolvimento e afirmação da Fisioterapia como disciplina científica autónoma, em Portugal, nomeadamente por ter liderado a criação da primeira linha de doutoramento com menção em Fisioterapia, na Faculdade de Motricidade de Lisboa, da Universidade Técnica de Lisboa e José Alberto Duarte,  pelo mérito no desenvolvimento e afirmação da Fisioterapia como disciplina científica autónoma, em Portugal, nomeadamente por ter liderado a criação do primeiro ciclo de estudos de doutoramento em Fisioterapia, na Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, que ainda hoje se mantém em funcionamento.

Foram também distinguidos António Lacerda Sales e Isabel Galriça Neto, enquanto personalidades que promoveram a iniciativa de criação da Ordem, nomeadamente pelo mérito e esforço desenvolvidos na elaboração e subscrição de um projeto legislativo que viria a ser aprovado pela Assembleia da República, dando origem à Lei n.º 122/2019, de 30 de setembro, que criou a Ordem dos Fisioterapeutas e aprovou o respetivo Estatuto e Isabel de Souza Guerra , pelo reconhecimento na sua figura, pelo seu dinamismo e perseverança, o espírito de todos os que, durante décadas, lutaram afincadamente para alcançar o objetivo de criação da Ordem dos Fisioterapeutas, e o mérito por ter liderado o processo da sua instalação, enquanto Presidente da Comissão Instaladora.

Da manhã, destaca-se ainda uma cerimónia de acolhimento na profissão aos novos fisioterapeutas.

Mesa-redonda “Fisioterapia – Uma profissão que acrescenta valor em Saúde!”

À tarde, o coordenador do Gabinete de Estudos e Planeamento, Eduardo José Cruz, lançou o debate “Fisioterapia – Uma profissão que acrescenta valor em Saúde!”, que juntou os oradores Pedro Maciel Barbosa com uma apresentação intitulada “Prática centrada na pessoa”, Sara Souto Miranda com “Avaliação da experiência e dos resultados obtidos” e Carlos Areia, que abordou a “Evolução da investigação nacional em Fisioterapia. Uma análise bibliométrica do desenvolvimento de evidência, impacto e colaboração clínico académica nas últimas décadas”.

A sessão de encerramento esteve a cargo do 1º Vice-Presidente da Direção, Nuno Cordeiro.

Veja aqui as fotografias que marcaram o 4º aniversário da Ordem dos Fisioterapeutas (galeria em atualização)

Ordem dos Fisioterapeutas ouvida no Parlamento

A Ordem dos Fisioterapeutas esteve esta terça-feira, dia 26 de setembro, na Assembleia da República, para uma audição no âmbito da apreciação na especialidade das Propostas de Lei n.ºs 96/XV/1.ª (GOV), que altera os Estatutos de Associações Públicas Profissionais e 98/XV/1.ª (GOV), que altera o regime jurídico da constituição e funcionamento das sociedades de profissionais abrangidas por associações públicas profissionais.

Na audição, com o Grupo de Trabalho das Ordens Profissionais, integrada na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, o Bastonário da Ordem dos Fisioterapeutas, António Lopes, sublinhou o impacto para os cidadãos e utilizadores dos serviços de saúde, em particular dos serviços de fisioterapia do Estatuto que é proposto para a Ordem dos Fisioterapeutas, defendendo que a regulação do exercício do fisioterapeuta, visando a salvaguarda do utente, fica seriamente comprometida.

A Ordem dos Fisioterapeutas veiculou a sua posição sobre as alterações que considera deverem ser introduzidas, em sede de especialidade, com vista a privilegiar o critério da especialização do profissional de saúde, nomeadamente com a introdução da definição própria da fisioterapia, enquanto disciplina científica autónoma, além das competências próprias dos fisioterapeutas.

Na intervenção foi ainda referido o facto de a profissão ser regulada em toda a União Europeia, sendo a Ordem dos Fisioterapeutas a autoridade competente para a emissão da respetiva Carteira Profissional Europeia.

Na audição, além do Bastonário, estiveram presentes o 1º Vice-Presidente da Direção, Nuno Cordeiro e o Consultor Jurídico, Luis Camejo.

Ordem dos Fisioterapeutas nomeia Grupos de Trabalho temáticos

A Ordem dos Fisioterapeutas constituiu um conjunto de Grupos de Trabalho, divididos por áreas temáticas de intervenção na Fisioterapia e constituídos por Fisioterapeutas com perfil profissional reconhecido nas respetivas áreas.

Encontram-se já em atividade os Grupos de Trabalho em “Segurança do Doente”, “Fisioterapia no Desporto”, “Fisioterapia em Saúde Mental”, “Fisioterapia em Oncologia”, “Fisioterapia Aquática”, “Fisioterapia Cardiorrespiratória e Vascular”,  “Fisioterapia em Saúde Pélvica e da Mulher”, “Fisioterapia em Neurologia”, “Fisioterapia em contexto de emergência, catástrofes e ação humanitária”, “Fisioterapia em Pediatria”, “Fisioterapia Dermatofuncional”, “Fisioterapia em Saúde Pública”, “Fisioterapia em Saúde Ocupacional e Ergonomia” e “Fisioterapia Músculo-Esquelética”, podendo vir a ser constituídos outros.

Estes Grupos de Trabalho, na dependência da Direção, têm como objetivos gerais o apoio e aconselhamento nos processos de criação do Quadro de Especialidades Profissionais de Fisioterapia em Portugal, de criação de Sistema de Avaliação, Acreditação e Creditação da Formação Contínua e Pós-Graduada, entre outras finalidades, entre as quais a apresentação de propostas que visem melhorar a transparência dos projetos em curso e a qualidade de informação, contribuindo para um processo de tomada de decisão mais informada e para o cumprimento da missão da Ordem dos Fisioterapeutas. Os Grupos de Trabalho poderão ainda representar a Ordem, nos termos definidos pela Direção.

A informação sobre a composição e os objetivos específicos de cada Grupo de Trabalho serão divulgados no site da Ordem dos Fisioterapeutas.

Pedro Maciel Barbosa

Fisioterapeuta-especialista na Unidade Local de Saúde de Matosinhos Sub-coordenador para os Cuidados de Saúde Primário, Unidade Local de Saúde de Matosinhos Professor Adjunto-Convidado na Escola Superior de Saúde do Porto Membro do Conselho de Administração da Fundação para a Saúde – SNS Membro do Conselho Geral da Ordem dos Fisioterapeutas

Carlos Areia

Carlos Areia é fisioterapeuta desde 2013, e trabalhou em vários hospitais, clínicas e clubes tanto em Portugal como no Reino Unido. Iniciou a sua carreira académica na Universidade de Oxford em 2016, onde liderou um ensaio clínico a comparar Fisioterapia VS cirurgia em lesões do cruzado anterior em 32 hospitais de Inglaterra. Em 2018 mudou-se para o departamento de neurociências, onde desenvolveu os seus próprios estudos em monitorização remota de sinais vitais, que foram implementados durante a pandemia. Aqui descobriu a sua paixão pelos dados, e em 2022, juntou-se à Digital Science como Data Scientist. Concluiu o seu PhD no início deste ano, e junta mais de 60 publicações em revistas como a The Lancet, BMJ, Cochrane, entre outras. É também palestrante honorário na Oxford Brookes University e consultor em investigação clínica.

Eduardo José Brazete Carvalho Cruz

Doutorado em Fisioterapia, pela Universidade de Brighton, UK. Pós-Doutoramento na especialidade de Epidemiologia pela Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa.
Coordenador do Gabinete de Estudos e Planeamento da Ordem dos Fisioterapeutas. Professor Coordenador do Departamento de Fisioterapia da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Setúbal (ESS-IPS). Presidente do Conselho Técnico-Científico da ESS-IPS. Coordenador do Departamento de Fisioterapia da ESS-IPS. Investigador Integrado do Comprehensive Health Research Centre (CHRC) (parceria FCM-UNL, Escola Nacional de Saúde Publica, Universidade de Évora, Lisbon Institute of Global Mental Health e Hospital do Santo Espírito, Ilha Terceira, Açores).

Sara Souto Miranda

Sara Souto Miranda é licenciada e mestre em fisioterapia pela Universidade de Aveiro, e detentora de pós-graduação em fisioterapia respiratória do adulto certificada pela mesma instituição. Completou em 2023 o seu doutoramento duplo em Ciências da Reabilitação/Saúde, Medicina e Ciências da Vida pelas Universidades de Aveiro e Maastricht (Países Baixos) e encontra-se atualmente a exercer funções como assessora técnico-científica do Gabinete de Estudos e Planeamento (GEP) da Ordem dos Fisioterapeutas, e como professora convidada do Instituto Piaget de Vila Nova de Gaia. Enquanto membro do Laboratório de Investigação e Reabilitação Respiratória da Universidade de Aveiro (Lab3R), exerceu atividade de investigação aplicada onde avaliou e tratou doentes com patologia respiratória, tendo participado em 6 projetos de investigação. Ao longo do seu percurso publicou 19 artigos científicos em revistas internacionais revistas pelos pares com fator de impacto, 1 capítulo de livro, e mais de 50 resumos em atas de conferências. Foi voluntária de investigação no centro de reabilitação Ciro (Center for expertise in chronic organ failure) nos Países Baixos, e é atualmente membro da Guideline Methodology Network da European Respiratory Society. Foi distinguida pela European Lung Foundation e European Respiratory Society por desenvolver investigação centrada no doente, pela Direção Geral de Ensino Superior com uma bolsa de mérito relativa ao seu mestrado, e pelo centro Ciro com uma bolsa destinada ao apoio à investigação no estrangeiro.

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