Pelo movimento, promovemos mais (+) Saúde

A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a atividade física regular previne e trata doenças não transmissíveis como as doenças cardíacas, acidente vascular cerebral, diabetes e alguns tipos de cancro. A atividade física ajuda também a prevenir a hipertensão e a obesidade e pode melhorar a saúde mental, a qualidade de vida e o bem-estar.  

Enquanto profissionais de saúde do movimento e do exercício com experiência e conhecimento sobre os fatores de risco, as patologias e os seus efeitos, os Fisioterapeutas estão na linha da frente para promover, guiar, prescrever e gerir a atividade física e os exercícios adequados a cada pessoa. Os fisioterapeutas têm um papel vital na condução de atividade física segura e efetiva, com intervenção em todas as fases da vida e em várias condições de saúde. 

O papel do fisioterapeuta na promoção da atividade física e mais saúde

No âmbito do Dia Mundial da Atividade Física e do Dia Mundial da Saúde, que se assinalam a 6 e a 7 de abril, respetivamente, a Ordem dos Fisioterapeutas destaca o papel dos fisioterapeutas na promoção da atividade física bem como os seus benefícios para a Saúde de todos nós e partilha algumas ideias a ter em conta, associando-se às “Recomendações da OMS para Atividade Física e Comportamento Sedentário”, que podem ser consultadas aqui.

Descarregue ainda os folhetos informativos.

A Ordem dos Fisioterapeutas lembra que «PELO MOVIMENTO, PROMOVEMOS MAIS SAÚDE».

Junte-se ao hashtag #movimentomaissaúde 

Fisioterapia Aquática: os benefícios da intervenção em meio aquático

O International Organisation of Aquatic Physiotherapists (IOAPT), o specialty group da World Physiotherapy que a Ordem dos Fisioterapeutas integra, elegeu esta sexta-feira, 22 de março, como um dia dedicado à Fisioterapia Aquática, propondo aos membros que o assinalassem,  como forma de consciencializar e informar a população sobre esta área específica de intervenção da Fisioterapia.

Enquanto membro do IOAPT, a Ordem dos Fisioterapeutas é representada pelo Grupo de Trabalho (GT) temático sobre Fisioterapia Aquática e associa-se a esta data, destacando o papel da Fisioterapia Aquática.

A Fisioterapia Aquática incorpora todo um processo de:

  • raciocínio clínico próprio, baseado numa avaliação individual, sustentada na utilização de instrumentos de medida específicos ao meio aquático, de preferência adaptados e validados à população portuguesa;
  • diagnóstico em Fisioterapia;
  • formulação de objetivos e de programas de intervenção;
  • aplicação de métodos, técnicas e estratégias específicas ao meio aquático;
  • prática guiada pela evidência.

A Fisioterapia Aquática pode ser realizada como forma única de tratamento ou como complemento de outro tipo de tratamento/intervenção, e habitualmente tem em consideração três vertentes: a terapêutica, a preventiva/educativa e a lúdico-recreativa. 

O Fisioterapeuta é um profissional de saúde com capacidades especializadas e diferenciadas, que utiliza os efeitos das propriedades físico-químicas e térmicas da água, combinadas com o conhecimento aprofundado do movimento humano e dos efeitos fisiológicos neste meio, intervindo em condições que afetam o movimento, a função, a saúde e o bem-estar.

Neste âmbito, o Fisioterapeuta pode desenvolver a sua atividade em piscinas, quer comunitárias, quer terapêuticas/hospitalares ou termais, de forma individual ou em grupo, num perfil de prática pública ou privada, demonstrando que a utilização do meio aquático pode ser diferenciadora na qualidade do tratamento/intervenção e facilitadora de uma melhor qualidade de vida e de melhores resultados funcionais em diversas condições clínicas.

Ordem dos Fisioterapeutas e Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil assinam Protocolo de Cooperação

A Ordem dos Fisioterapeutas, representada pelo Bastonário António Lopes, e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, representada pelo Presidente Brigadeiro-General José Duarte da Costa, assinaram esta sexta-feira um Protocolo de Cooperação, tendo em vista o estabelecimento de formas de cooperação mútua que visam a promoção da saúde ocupacional dos bombeiros portugueses, bem como da população em geral, em caso de acidente grave ou catástrofe.

Com este Protocolo, as duas Entidades acordam promover a sinergia de recursos com perspetiva interdisciplinar, contribuindo para o esclarecimento e sensibilização, disponibilização de informações técnicas e de medidas de prevenção de lesões ocupacionais dos agentes de Proteção Civil quer durante a sua preparação ou durante a sua atividade no terreno.

A assinatura do Protocolo decorreu nas instalações da Ordem dos Fisioterapeutas, em Lisboa, seguindo-se uma reunião do Grupo de Trabalho temático sobre Fisioterapia em Contexto de Emergência, Catástrofes e Ação Humanitária, coordenado pela Fisioterapeuta Maria da Lapa Capacete Rosado e a Diretora Nacional de Bombeiros da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Susana Silva.

Dia Mundial da Incontinência Urinária

Assinala-se esta quinta-feira, 14 de março, o Dia Mundial da Incontinência Urinária, como forma de consciencializar e informar a população sobre esta patologia, identificada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um problema de saúde pública.

Incontinência urinária: a Fisioterapia pode ser a chave para a solução do problema  

A Ordem dos Fisioterapeutas associa-se a esta data, destacando o papel da Fisioterapia como solução para este problema de saúde e partilhando algumas ideias-chave:

  • A PERDA DE URINA não é normal, nem que seja uma GOTA.
  • A incontinência urinária afeta HOMENS e MULHERES em qualquer idade.
  • A incontinência urinária é mais frequente nas mulheres do que nos homens,
  • A INCONTINÊNCIA URINÁRIA tem tratamento.
  • O tratamento da incontinência urinária não é apenas exercícios de KEGEL.      
  • A FISIOTERAPIA é, na maioria das vezes, a 1ª opção de TRATAMENTO.
  • A FISIOTERAPIA pode ser a chave para a SOLUÇÃO do seu problema.  
  • NÃO DEIXE A GOTA afetar a (sua) qualidade de vida.
  • Livre de perdas.
  • A (sua) VIDA não deve parar.

Teste os seus conhecimentos sobre a Incontinência Urinária neste questionário (Quiz).

Comité-Executivo da Região Europa da World Physiotherapy em Portugal

Lisboa acolhe a reunião presencial do Comité-Executivo da Região Europeia da World Physiotherapy (ER-WCPT), que tem hoje e amanhã. Em Portugal, onde há 25 anos foi fundada a Região Europa da World Physiotherapy, o seu Comité-Executivo foi recebido na Ordem dos Fisioterapeutas.

A Presidente do Comité-Executivo, Esther-Mary D’Arcy, o 2º Vice-Presidente, Tim Németh e o Secretário-Geral Aitor Carpio chegaram no dia 7 de março e foram recebidos pelo Bastonário da Ordem dos Fisioterapeutas, António Lopes, pelo 1º Vice-Presidente, Nuno Cordeiro, pela 2º Vice-Presidente, Conceição Bettencourt e pelos Vogais Fátima Domingues e Afonso Neutel.

O programa do encontro, onde estiveram igualmente presentes a Presidente do Conselho Jurisdicional, Isabel Souza Guerra, e a Conselheira Ana Casaca, em representação do Conselho Geral, iniciou-se com a apresentação das principais atividades e projetos da Região Europa da ER-WCPT, numa sessão aberta por videoconferência aos membros do Conselho Geral e dos Grupos de Trabalho temáticos, incluindo os que estão ligados a áreas em que a Ordem já integra os ‘specialty groups’ da World Physiotherapy. 

Aitor Carpio fez uma breve resenha da atividade da Região, em particular dos respetivos grupos de trabalho, e destacou o programa relacionado com a divulgação da importância da Fisioterapia na prevenção e reabilitação das condições oncológicas, objeto de financiamento europeu “EU Commission Beating Cancer Plan”, e o “InAbled Cities: Developing Inclusive urban environments for physical activity for people with disabilities and senior citizens”, que visa promover a atividade física em meio urbano para pessoas portadoras de deficiências e/ou com mais de 65 anos.

Na segunda sessão, que contou com a presença dos restantes membros do Comité-Executivo da ER-WCPT Maria-Louisa Busuttil, Katri Partanen e Carmen Suárez, o Bastonário António Lopes resumiu o trabalho desenvolvido na criação das bases do sistema de regulação do exercício profissional, e destacou os principais projetos em curso na Ordem dos Fisioterapeutas, nomeadamente a criação de propostas para um quadro de especialidades profissionais de Fisioterapia e para um sistema de acreditação e avaliação da formação realizada após formação inicial, bem como o projeto de registo, monitorização e avaliação de resultados em Fisioterapia e os trabalhos de avaliação do valor das intervenções de Fisioterapia, prioritárias no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS), em resultado de uma parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade NOVA de Lisboa (ENSP NOVA).

Referiu também a necessidade de consolidar a autonomia de gestão por parte dos Fisioterapeutas com a criação de Serviços e Unidades de Fisioterapia no SNS, enquadrando as recentes alterações ao Estatuto e a forma como vieram reforçar a autonomia dos Fisioterapeutas em benefício dos cidadãos e o reconhecimento da sua competência nas diversas áreas de avaliação e diagnóstico e terapia, ancorados no Código Deontológico e Regulamento Disciplinar.

Serviços e Unidades de Fisioterapia no Serviço Nacional de Saúde

“É necessário criar serviços e unidades de fisioterapia no SNS”. Em entrevista ao jornal Correio da Manhã, que pode ser lida aqui o Bastonário António Lopes destaca o modelo defendido pela Ordem dos Fisioterapeutas, “com […] organização e funcionamento semelhante ao que já está a ser implementado para outras profissões de saúde”, e que “contribuirá para a qualificação da resposta do SNS, com impacto direto na saúde do utente, e sobretudo na maior acessibilidade aos cuidados prestados”.

#bastonarioantoniolopes #ordemdosfisioterapeutas #fisioterapia #SNS #ULS

Ordem dos Fisioterapeutas promove ciclo de webinars sobre a Segurança do Doente e a Fisioterapia

A Ordem dos Fisioterapeutas organiza um ciclo de webinars com o objetivo de sensibilizar e envolver os fisioterapeutas, enquanto profissionais de saúde, para a temática da Segurança do Doente.

O primeiro webinar – “A Segurança do Doente e a Fisioterapia” – decorre no dia 6 de março entre as 18h30 e as 20h00, criando um espaço de reflexão e partilha de experiências. O  Grupo de Trabalho para a Segurança do Doente abordará o Plano de Ação Mundial para a Segurança do Doente 2021- 2030, as estratégias da Direção-Geral de Saúde (DGS) alinhadas com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a contextualização da Segurança do Doente com a Fisioterapia, no plano da saúde pública.

Sabe o que é a Segurança do Doente nos cuidados de saúde?

Sabe o que pode fazer enquanto Fisioterapeuta?

Os membros da Ordem podem inscrever-se diretamente na área reservada, selecionando o separador “ações de (IN)formação”.

Contamos a vossa participação!

Programa SPLIT aprovado para integrar Pacto Saúde Sustentável (PaSSuS) 2030

O Programa SPLIT, um modelo inovador de referenciação para tratamento de Fisioterapia para utentes com lombalgia (LG), foi aprovado para integrar a 1ª fase do Pacto Saúde Sustentável (PaSSuS) 2030, que é assinado publicamente esta quarta-feira.

A submissão apresentada pela Ordem dos Fisioterapeutas mereceu aprovação e é assinalada no Centro Ismaili de Lisboa da Fundação Aga Khan, num evento de lançamento que marca o início do processo de implementação do Plano Nacional de Saúde (PNS) 2030, e que conta com a representação da 2ª Vice-Presidente da Direção, Conceição Bettencourt, e do Coordenador do Gabinete de Estudos e Planeamento da Ordem dos Fisioterapeutas e investigador responsável do Programa SPLIT, Eduardo Cruz.

A Ordem dos Fisioterapeutas já integra a Comissão de Acompanhamento do PNS desde abril de 2022 e torna-se igualmente uma das entidades do PaSSuS 2030, que participarão num processo de monitorização e avaliação, sob coordenação técnica da Direção-Geral da Saúde/PNS, das ações que se comprometem a implementar.

Programa SPLIT: uma oportunidade para inovar nos cuidados de saúde primários

Com o objetivo de melhorar a qualidade, resultados clínicos e custo-utilidade dos cuidados prestados às pessoas com lombalgia (LG) que recorrem aos cuidados de saúde primários, foi desenvolvido e implementado, ao nível do Agrupamento de Centros de Saúde da Arrábida – ARSLVT, o programa SPLIT.

Trata-se de um programa de cuidados estratificados que sugere, após a primeira consulta com o Médico de Medicina Geral e Familiar, a referenciação precoce dos utentes com LG para o Fisioterapeuta, que aplica o programa de intervenção e monitoriza o utente de acordo com o seu risco para o desenvolvimento de LG persistente e incapacitante.

Em termos de resultados, numa amostra de cerca de 500 utentes recrutados, este programa permitiu reduzir em cerca de 80% a probabilidade de os utentes apresentarem LG persistente e incapacitante, 6 meses após a consulta inicial, e comparativamente à prática usual descrita previamente.

Também ao nível da prescrição de meios complementares de diagnóstico e medicação, este programa permitiu reduzir em cerca de 30% cada um dos indicadores.

A lombalgia (LG) é uma condição de saúde comum e cuja gestão representa um desafio para o sistema de saúde português. Por provocar uma elevada e persistente incapacidade crónica, sobretudo nas pessoas que estão em idade laboral ativa, a LG está frequentemente associada a perdas de produtividade, absentismo laboral, reformas antecipadas e consumo de recursos de saúde. Para além de ser a principal causa de incapacidade, é também um dos principais motivos de consulta nos cuidados de saúde primários (CSP). De forma preocupante, estima-se que a prevalência e o impacto da LG continuem a crescer nos próximos anos.

O Programa SPLIT passa agora a integrar a 1ª fase do Pacto Saúde Sustentável 2030 e o início do processo de implementação do Plano Nacional de Saúde 2030, um processo colaborativo que orienta e influencia as políticas públicas, propondo-se que seja aplicado a outras unidades de saúde que já tenham Fisioterapeutas integrados.

A Ordem dos Fisioterapeutas congratula-se com a possibilidade e responsabilidade de participar na construção do PNS 2030, considerando a “Saúde Sustentável: de Tod@s para Tod@s” determinante para a valorização da Fisioterapia e dos Fisioterapeutas, enquanto atores de saúde.

Fisioterapeutas e ULS: o caminho necessário

O Bastonário António Lopes assina um artigo de opinião no jornal Público. Em «Fisioterapeutas e ULS: o caminho necessário», identifica os “[…] novos desafios à autonomia desta atividade: autonomia clínica, profissional e de gestão”, tanto ao nível do SNS como das unidades privadas. Sublinha o empenho da Ordem em “ver reconhecido o princípio da necessidade de criação de Serviços e Unidades de Fisioterapia no Serviço Nacional de Saúde”  e uma “adequada formulação das unidades privadas de saúde”. Leia o artigo aqui, também disponível na edição digital do jornal.

Pedro Maciel Barbosa

Fisioterapeuta-especialista na Unidade Local de Saúde de Matosinhos Sub-coordenador para os Cuidados de Saúde Primário, Unidade Local de Saúde de Matosinhos Professor Adjunto-Convidado na Escola Superior de Saúde do Porto Membro do Conselho de Administração da Fundação para a Saúde – SNS Membro do Conselho Geral da Ordem dos Fisioterapeutas

Carlos Areia

Carlos Areia é fisioterapeuta desde 2013, e trabalhou em vários hospitais, clínicas e clubes tanto em Portugal como no Reino Unido. Iniciou a sua carreira académica na Universidade de Oxford em 2016, onde liderou um ensaio clínico a comparar Fisioterapia VS cirurgia em lesões do cruzado anterior em 32 hospitais de Inglaterra. Em 2018 mudou-se para o departamento de neurociências, onde desenvolveu os seus próprios estudos em monitorização remota de sinais vitais, que foram implementados durante a pandemia. Aqui descobriu a sua paixão pelos dados, e em 2022, juntou-se à Digital Science como Data Scientist. Concluiu o seu PhD no início deste ano, e junta mais de 60 publicações em revistas como a The Lancet, BMJ, Cochrane, entre outras. É também palestrante honorário na Oxford Brookes University e consultor em investigação clínica.

Eduardo José Brazete Carvalho Cruz

Doutorado em Fisioterapia, pela Universidade de Brighton, UK. Pós-Doutoramento na especialidade de Epidemiologia pela Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa.
Coordenador do Gabinete de Estudos e Planeamento da Ordem dos Fisioterapeutas. Professor Coordenador do Departamento de Fisioterapia da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Setúbal (ESS-IPS). Presidente do Conselho Técnico-Científico da ESS-IPS. Coordenador do Departamento de Fisioterapia da ESS-IPS. Investigador Integrado do Comprehensive Health Research Centre (CHRC) (parceria FCM-UNL, Escola Nacional de Saúde Publica, Universidade de Évora, Lisbon Institute of Global Mental Health e Hospital do Santo Espírito, Ilha Terceira, Açores).

Sara Souto Miranda

Sara Souto Miranda é licenciada e mestre em fisioterapia pela Universidade de Aveiro, e detentora de pós-graduação em fisioterapia respiratória do adulto certificada pela mesma instituição. Completou em 2023 o seu doutoramento duplo em Ciências da Reabilitação/Saúde, Medicina e Ciências da Vida pelas Universidades de Aveiro e Maastricht (Países Baixos) e encontra-se atualmente a exercer funções como assessora técnico-científica do Gabinete de Estudos e Planeamento (GEP) da Ordem dos Fisioterapeutas, e como professora convidada do Instituto Piaget de Vila Nova de Gaia. Enquanto membro do Laboratório de Investigação e Reabilitação Respiratória da Universidade de Aveiro (Lab3R), exerceu atividade de investigação aplicada onde avaliou e tratou doentes com patologia respiratória, tendo participado em 6 projetos de investigação. Ao longo do seu percurso publicou 19 artigos científicos em revistas internacionais revistas pelos pares com fator de impacto, 1 capítulo de livro, e mais de 50 resumos em atas de conferências. Foi voluntária de investigação no centro de reabilitação Ciro (Center for expertise in chronic organ failure) nos Países Baixos, e é atualmente membro da Guideline Methodology Network da European Respiratory Society. Foi distinguida pela European Lung Foundation e European Respiratory Society por desenvolver investigação centrada no doente, pela Direção Geral de Ensino Superior com uma bolsa de mérito relativa ao seu mestrado, e pelo centro Ciro com uma bolsa destinada ao apoio à investigação no estrangeiro.

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